07/06/2016

Gráficos com datas no R


Fazer gráficos com datas sendo uma da variáveis de forma que o formato da data fique dia/mês/ano, igual ao utilizado no dia a dia aqui no Brasil.

 Primeiramente começo montando uma planilha feita no Office (LibreOffice ou Microsoft Office) dá seguinte forma:

data
valor
01/05/2014
52
02/05/2014
47
03/05/2014
89
04/05/2014
56
05/05/2014
87
06/05/2014
25
07/05/2014
34
08/05/2014
46
09/05/2014
55
10/05/2014
70

Depois basta exportar a planilha no formato CSV e importar os dados pelo RStudio usando o botão Import Dataset e em seguida o comando:

> attach(nome.do.arquivo)
 > datas <- as.date="" data="" format="%d/%m/%Y"> plot(datas,valor,xaxt="n") #faz o grafico sem as datas no formato ingles 
<- as.date="" data="" format="%d/%m/%Y">> axis.Date(side=1,datas,format="%d/%m/%Y")
<- as.date="" data="" format="%d/%m/%Y">

Para fazer o gráfico usando o ggplot2, basta carregar o pacote e usar os comandos:

> library(ggplot2)
> grafico <- data="" qplot="" valor=""> library(scales) 
<- data="" qplot="" valor="">> grafico + scale_x_date(labels=date_format("%d/%m/%Y"))

Começo de formatação em LaTeX


Pra quem não conhece o LaTex é um conjunto de macros para processadores de texto Tex, traduzindo, é uma forma de escrita usada em editores de texto que permite que você escreva sua tese, relatório ou livro sem perder a formatação e podendo inserir figuras, equações matemáticas super complicadas ou mesmo um livro com notas de rodapé e tal; tudo isso de maneira leve e com muita qualidade.

Estou usando a linguagem Tex (Latex) para escrever minha monografia (TCC) e trabalho com o editor de texto TeXstudio que considero o melhor editor, e ele é gratuito e roda em windows (uso o windows 7).

Consegui criar um arquivos nas normas Abnt sem usar o famoso pacote Abntex, pois quando utilizei ele tive problemas. Então aqui vou deixar o comando que utilizei para fazer meu relatório.

Preâmbulo:
 \documentclass[A4paper,12pt]{article}
\usepackage[brazil]{babel}
\usepackage[utf8]{inputenc}
\usepackage{textcomp}
\usepackage[top=3cm,left=3cm,right=2cm,bottom=2cm, includefoot]{geometry} \renewcommand{\baselinestretch}{1.5}
\usepackage{indentfirst}
\usepackage{graphicx}
\usepackage[footnotesize]{caption} 

Dentro do \begin{document}
Para fazer o sumário:
\begin{center}
\tableofcontents
\thispagestyle{empty}
\end{center}
\newpage
\pagestyle{myheadings}
\section{Introdução}

 Para inserir as referências usei o Jabref para criar o arquivo ref.bib (lembrando que esse arquivo deve esstar na mesma pasta que o tex) e depois usei:
\pagebreak
\centering
\addcontentsline{toc}{section}{Referências}
\bibliographystyle{unsrt}
\bibliography{ref}

07/04/2016

Validação de métodos

Analítica uma das grandes áreas da Química, e estabelece relação com diversas outras áreas; pois uma hora ou outra, todos precisaremos determinar qualitativamente e/ou quantitativamente alguma coisa, por exemplo: glicose no sangue, metais em água, produtos de uma reação, etc. E por trás de todo resultado há um método definido e testado, então nada melhor que entender como é validado um método.

Para entendermos um pouco mais sobre metodologia analítica, indico o artigo de revisão intitulado "Validação em métodos cromatográficos e eletroforéticos". Mesmo sendo um artigo científico, ele traz informações básicas e concisas, abordando o que é mais importante quando se trabalha com validação de métodos.

Link para o artigo:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-40422004000500017

14/03/2016

Pesquisa em base de dados científicos


Chegou a hora de escrever a revisão de literatura (revisão bibliográfica) do seu trabalho (seja projeto, monografia, dissertação, tese, etc.). Revisão bibliográfica todos sabemos que é uma parte do texto do nosso trabalho onde realizamos uma análise crítica, meticulosa e ampla das publicações numa determinada área de conhecimento. Mas como começar? O primeiro passo é "varrer" bases de dados para encontrar artigos de interesse para ler e então começar a organizar as ideias principais que serão escritas na revisão bibliográfica.

Depois da popularização da internet, não tem desculpa para uma revisão de literatura mal feita ou incompleta. A informação está acessível e cabe a você apenas procurar. E nessa busca por material básico e referências é que surge a dificuldade de onde procurar e também a questão de como procurar. Acredito que boa parte das pessoas procuram somente no Google e em artigos/livros indicados pelo orientador; e acabam deixando de lado as bases de dados científicos.

No intuito de ajudar esse processo de busca, listo estas bases de dados que utilizo:
  • Scopus
  • SciELO
  • Science Direct
  • Web Of Science
  • Periódicos CAPES
  • Google Scholar (muito cuidado nessa hora!)

Vale a pena lembrar que sou da área de Ciências Exatas, por isso uso essas bases de dados. Áreas como Ciências Humanas e Saúde, devem possuir bases de dados específicas para esse tipo de conteúdo, como por exemplo o PubMed. Notem que destaquei o cuidado em se utilizar o Google; quando pesquisamos no Google, mesmo usando o Acadêmico, o resultado da busca trará de tudo (acreditem, de tudo mesmo). Mas ele também é um ferramenta poderosa quando utilizado no modo de pesquisa avança e com uma boa estratégia de busca.

Para que a busca não seja aleatória, procure traçar uma estratégia pois o que queremos está no meio de um vasto acervo disponível. Antes de iniciar a pesquisa precisamos ter em mãos os descritores, ou seja, a palavra certa ou ainda, a mais usada para representar um assunto; pra isso vale a pena escrever as palavras chave em um papel e ir cruzando e/ou restringindo as buscas por meio de operadores booleanos AND, OR e NOT.

Outro problema que pode surgir, é que na hora de baixar alguns artigos, que poderão ser de grande utilidade, você percebe que nem todos estão livres para download e/ou visualização do texto. Nessa hora é interessante fazer uso do Sci-Hub, que é um site russo que "remove todas as barreiras do caminho da ciência" e permite o acesso a pesquisas cientificas. Basta entrar com a informação do artigo (DOI ou URL), clicar na chave e digitar as letras que aparecerem no verificador, em seguida já terá acesso ao conteúdo. Com um bom resultado de busca e dedicação na leitura, a árdua tarefa de escrever a revisão bibliográfica ocorrerá de maneira lógica e natural.

Links:
Periódicos CAPES: www.periodicos.capes.gov.br 

06/03/2016

Aprendendo Língua Inglesa


O Inglês já faz parte da nossa vida mesmo que isso não seja contra nossa vontade, e isso é indiscutível. E no meu caso é mais importante ainda, pois logo terei que fazer o exame de proficiência em Língua Inglesa do programa do mestrado. 

Foi então que surgiu a perguntar, como faço pra aprender inglês? Vi que existem duas opções:
  1. Me matricular em um curso de Inglês em uma escola de idiomas; ou
  2. Aprender Inglês sozinho.
A primeira opção é a mais fácil e comum pois terá o suporte de professores e de material de estudo, embora não é a mais barata. Fazer um curso de inglês é algo certo que no final do curso aprenderá alguma coisas. O que me desanima é que escola de idiomas na verdade são empresas que visam lucro, por isso além da mensalidade inventam taxas e materiais e tentam segurar o aluno (cliente) por maior tempo o possível.

A segunda é aprender "sozinho" com ajuda de todo material possível de encontrar na internet. Não será uma tarefa fácil, pois é preciso foco, dedicação e disciplina nos estudos. Mas com ajuda do Google e Youtube acredito que seja possível.

Como meu conhecimento em Inglês é muito baixo, nível escola pública e jogos de vídeo game. Pesquisei por algum curso de inglês online para aprender o "basicão" e depois me situar e começar a estudar tópicos mais avançado por conta própria. Nessa busca encontrei um site chamado Duolingo, que é um site e também aplicativo para smartphone, tipo um joguinho onde conforme você vai fazendo os exercícios vai ganhando pontos e subindo de nível. Acabei achando bem interessante e legal para aprender o básico.

Então fica a dica do Duolingo! Vale lembrar que há vários cursos de idiomas online, como por exemplo Livemocha, LinguaLeo, e até o MyEnglishOnline que é iniciativa do MEC e também incentivado pela CAPES.

Link do Duolingo: https://www.duolingo.com/
Link do MyEnglishOnline: http://www.myenglishonline.com.br/

Linguagem LaTex


Pra quem não conhece o LaTex é um conjunto de macros para processadores de texto Tex, traduzindo, é uma forma de escrita usada em editores de texto que permite que você escreva sua tese, relatório ou livro sem perder a formatação e podendo inserir figuras, equações matemáticas super complicadas ou mesmo um livro com notas de rodapé e tal; tudo isso de maneira leve e com muita qualidade. É principalmente utilizado para escrever livros, principalmente com funções matemáticas, artigos e textos que precisa atender a normas.

Já utilizei essa linguagem para escrever minha monografia (TCC) e agora volto a utilizá-los para escrever meu projeto e tese de mestrado. Pois a maioria de erros encontrados em teses e dissertações são de formatações e/ou causados porque o autor está mais preocupado com as normas do que com a qualidade do texto que está escrevendo.

Pra quem não conhece o LaTex parece ser algo super complicado e não tem noção de como funciona ou pra que serve, mas ao tentar e ir conseguindo fazer o que deseja, dá pra ver que é uma ferramenta poderosa. Algumas das vantagens que encontrei ao usar LaTex ao invés do Word/Writer:
  • É totalmente gratuito e livre;
  • A formatação dos textos é automatizada;
  • Arquivos são leves. Os arquivos gerados possuem apenas kb, mesmo sendo muitas e muitas páginas de texto;
  • Qualidade gráfica profissional, inclusive para fórmulas matemáticas complexas que nem são possíveis de se escrever em outros editores;
  • Não tem bugs, vírus e nem sofre com incompatibilidade, ou seja, não corre o risco de perder o que escreveu ou de desformatar tudo;
  • Permite trabalhar com organizadores de referências de maneira prática e fácil.
Ainda há inúmeras outras vantagens, mas isso acaba variando conforme o perfil do usuário. Acredito que vale muito a pena, ao menos, conhecer mais sobre o LaTex. Já existe muito material e tutorias espalhados pela internet, o que acaba tornando o aprendizado mais rápido e fácil.

No meu caso uso utilizo o MikTex (pacote Tex para Windows), TexStudio para editar o texto e Jabref para organizar as referências; todos gratuitos e livres.

MikTex: http://miktex.org/
TexStudio: http://www.texstudio.org/
JabRef: http://www.jabref.org/

29/01/2016

Uma breve história da Química brasileira

Todos nós temos uma boa noção de como as ciências evoluíram durante o tempo, e de como a Química surgiu entre os ensaios da Alquimia. E a história da Química Moderna já está mais que descrita nos livros, e na própria história da humanidade. Mas e a Química no nosso país? Qual é a história dessa ciência tão maravilhosa e a "Terras tupiniquins"?

Por isso nessa postagem indico esse texto, intitulado "Uma breve história da Química brasileira", o texto deve ser visto como um ensaio, por não ter a profundidade de um artigo acadêmico, como merece a história da química no Brasil. Resume um conjunto de fatos e de marcos históricos, numa ótica muito pessoal dos autores, que enxergam a química num contexto mais amplo, não se limitando apenas à ciência e à indústria química.

Link do texto: http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S0009-67252011000100015&script=sci_arttext

12/01/2016

ChemSketch - Baixar e instalar


Vídeo mostrando como fazer o download do arquivo de instalação do ChemSketch, e em como proceder sua instalação.

05/01/2016

ACD/ChemSketch


O software, apesar de ser freeware, é um pacote de ferramentas que permite o desenhar estruturas químicas incluindo orgânicas, organometálicos, polímeros e estruturas de Markush. Mas não se limita apenas a moléculas, possui uma seção de "modelos", onde há dezenas de estruturas, vidrarias de laboratório, modelos representacionais, e muito mais.

Além da representação 2D (no plano), que é usual para representarmos a reações orgânicas, existe a possibilidade de se mostrar a molécula na conformação 3D, evidenciando a repulsão entre os átomos e a sua estrutura no espaço. Ele também inclui recursos como cálculo de propriedades moleculares (massa molecular, densidade, distância e ângulo de ligações, etc) e recursos de nomenclatura IUPAC.

Embora a versão freeware não inclua todas a funcionalidades da versão comercial, ainda é muito útil como recurso didático no preparo de apresentações e trabalhos.

09/12/2015

Sorteio aleatório

Um recurso bastante interessante que o R nos permite, é fazer um sorteio randômico (aleatório) em um determinado conjunto numérico. Pode parecer um função não muito útil, mas com ela podemos simular sorteios de jogos do tipo loteria ou bingo, como farei abaixo.

Para exemplificar como funciona o sorteio, utilizarei um modelo similar a uma loteria. Temos que os números que pode ser sorteados vão de 1 a 60, então criaremos um conjunto com esses números que será chamado de a:

> a<-1:60

Em seguida basta utilizar o comando sample para sortear algum elemento que está contido no conjunto a. O argumento do comando sample também pede a quantidade de sorteios que irá fazer, no nosso caso irei realizar 6 sorteios, ou seja, irei sortear seis elementos que estão no conjunto a.

> sample(a,6)

Como resultado teremos 6 números aleatórios.

Pode ser interessante também simular um sorteio onde depois de sorteado um número ele seja recolado no conjunto para que depois seja sorteado o próximo, então basta acrescentar o argumento replace=TRUE. Na pratica, isso permitirá que o mesmo elemento possa ser sorteado outra vez.

> sample(a,6,replace=TRUE)

Caso queria repetir o sorteio varias vezes, devemos utilizar o comando replicate, que no começo deverá informar o número de replicatas serão feitas e em seguida o comando sample. No exemplo abaixo irei repetir 10 vezes.

> sorteios<-replicate(10, sample(a,6))

Para ver o resultado basta entrar com o nome dados ao conjunto de replicatas.

> sorteios

Uma forma melhor de visualizar melhor o resultado das replicatas como um todo é gerando um histograma dos sorteios mostrará a distribuição de frequências dos números sorteados.

> hist(sorteios)