Segue mais um vídeo do Gilson Volpato, onde ele comenta sobre citações. Utilizar a citações de maneira adequada é muito importante, pois garante a credibilidade do seu trabalho e mostra o embasamento de onde você construiu seu conhecimento.
21/01/2017
06/11/2016
Inkscape
O Inkscape é poderosa e livre ferramenta de desenho. Se você é um ilustrador, desenhista, web designer ou apenas alguém que precisa criar algumas imagens vetoriais, então o Inkscape é para você!
Mesmo sendo um programa de desenho vetorial, é bem simples e fácil de mexer, dá pra fazer bastante coisa de maneira intuitiva. Embora seja um software artístico, pode ajudar-nos bastante na área acadêmica. Com ele é possível desenhar fluxogramas, esquemas, infográficos e muito mais; e o melhor disso que em boa qualidade, garantindo que quando exportar e inserir no seu trabalho não vai desformatar ou ficar com resolução ruim.
Para baixar e instalar, basta acessar a página oficial do Inkscape. Lá é possível uma amostra do que o software é capaz e tutoriais ensinando como usá-lo.
Página oficial do Inkscape: https://inkscape.org/pt-br/
25/10/2016
Epígrafe
Normalmente é um título ou uma frase que, colocada no início de um livro, um capítulo, um poema etc., serve de tema ao assunto ou para resumir o sentido ou situar a motivação da obra.
Nos textos acadêmicos (monografia, dissertação ou tese) a epígrafe é um elemento pré textual opcional, e é apresentada em uma página exclusiva para ela. Alguns autores nem fazem uso deste elemento, por causa de ser opcional, mas se for adicioná-lo no seu texto, use-o a seu favor.
Mesmo sendo algo mais pessoal e de total liberdade de expressão, use uma epígrafe que valorize ou engrandeça o seu trabalho, ou pelo menos relacione de alguma forma com seu trabalho. Por exemplo, um físico citar uma música do É o Tchan na epígrafe não tem sentido, já uma frase do Einstein seria mais condizente. Já para alguém que estuda artes, faz sentido usar trecho de música na epígrafe.
Com relação a forma que é apresentada é bem simples, embora cada autor faz de um jeito diferente mas sem desobedecer a norma da ABNT. Recomenda-se que a formatação da página da epígrafe seja feita sem o título no topo e o texto no final da folha com fonte tamanho 12, recuo de 7,5 cm , espaço de 1,5 entre linhas e justificado. O texto deve vir entre aspas, alguns autores até utilizam em itálico, já o nome do autor deve vir alinhado à direita e entre parênteses.
Observe no caso abaixo, um exemplo de epígrafe bem apresentada e formatada de maneira adequada, só que ao invés de negrito, o nomes deveriam estar entre parênteses. Note que o autor utilizou de duas frases na epígrafe, a norma ABNT não limita isso, fica a critério do autor. Entretanto o tema do trabalho estava relacionado a fungos e biodiesel, o que acabou deixando a epígrafe como algo avulso e sem importância, não deixando transparecer a motivação do autor e do trabalho.
Mesmo sendo algo mais pessoal e de total liberdade de expressão, use uma epígrafe que valorize ou engrandeça o seu trabalho, ou pelo menos relacione de alguma forma com seu trabalho. Por exemplo, um físico citar uma música do É o Tchan na epígrafe não tem sentido, já uma frase do Einstein seria mais condizente. Já para alguém que estuda artes, faz sentido usar trecho de música na epígrafe.
Com relação a forma que é apresentada é bem simples, embora cada autor faz de um jeito diferente mas sem desobedecer a norma da ABNT. Recomenda-se que a formatação da página da epígrafe seja feita sem o título no topo e o texto no final da folha com fonte tamanho 12, recuo de 7,5 cm , espaço de 1,5 entre linhas e justificado. O texto deve vir entre aspas, alguns autores até utilizam em itálico, já o nome do autor deve vir alinhado à direita e entre parênteses.
Observe no caso abaixo, um exemplo de epígrafe bem apresentada e formatada de maneira adequada, só que ao invés de negrito, o nomes deveriam estar entre parênteses. Note que o autor utilizou de duas frases na epígrafe, a norma ABNT não limita isso, fica a critério do autor. Entretanto o tema do trabalho estava relacionado a fungos e biodiesel, o que acabou deixando a epígrafe como algo avulso e sem importância, não deixando transparecer a motivação do autor e do trabalho.
10/10/2016
Título de eixo no R
Para colocar título nos eixo de um gráfico, basta usar o argumento abaixo dentro do comando plot:
> plot(x, y, xlab = "texto", ylab = "texto")
Esse argumento xlab e ylab refere-se ao título (labels) dos eixos. Que normalmente colocamos ao que corresponde o eixo e a unidade.
Quando utiliza-se apenas letras no título do eixo é simples, basta apenas digitar. Mas quando é necessário representar símbolos de unidades, como por exemplo graus Celsius ou gramas por litro, deve-se utilizar xlab = expression(). Veja no exemplo abaixo:
> plot(x, y, xlab = "texto", ylab = "texto")
Esse argumento xlab e ylab refere-se ao título (labels) dos eixos. Que normalmente colocamos ao que corresponde o eixo e a unidade.
Quando utiliza-se apenas letras no título do eixo é simples, basta apenas digitar. Mas quando é necessário representar símbolos de unidades, como por exemplo graus Celsius ou gramas por litro, deve-se utilizar xlab = expression(). Veja no exemplo abaixo:
05/09/2016
Pesquisa de artigos científicos
Anteriormente já havia postado sobre pesquisa em base de dados científicos e quais bases utilizava. Nesse meio tempo, o Sci-Hub foi retirado da internet e voltou, mas o que mudou e quero abordar aqui foi o Web Of Science.
Agora ao tentar acessar o Web Of Science pela link original ou pelo google, irá aparecer uma página para fazer login, ou seja, a entrada direta foi restringida apenas a usuários cadastrados (assinantes) da Thomson Reuters. Por algum motivo fizeram isso, acredito eu que para monetizarem o acesso as revistas e artigos científicos, mas não tenho certeza, e também nem procurei saber.
O fato é que preciso fazer buscas no Web Of Science, daí descobrir que ainda é possível usá-los como antigamente, pra isso você deve acessar a base através do Portal Periódicos CAPES.
Ao entrar no Periódicos CAPES, basta ir em base e procurar a base de dados desejada, no caso a Web Of Science, em seguida o portal da CAPES (que tem contrato com Thonsom Reuters) irá redirecionar para a página de busca do Web Of Science.
Então fica a dica de usar o Portal Periódicos CAPES e o Google Acadêmico para buscar os artigos; e caso precise daquele artigo em que a revista não libera o acesso (pois só querem lucrar com o trabalho dos pesquisadores) basta usar o Sci-Hub.
07/08/2016
Erros em análises químicas
Abordaremos alguns erros em análises químicas, claro que utilizando o R (pelo RStudio), esses cálculos estatísticos são bem simples e estão presentes em nossa rotina. Como referencial teórico, utilizaremos o livro Fundamentos de Química Analítica (Skoog de analítica). Todo conteúdo teórico está explicado de maneira bem claro nesse livro texto. Aqui mostraremos apenas a resolução de alguns exemplos utilizando o R.
Comandos:
> dados <- c(19.4,19.5,19.6,19.8,20.1,20.3) # cria o conjunto de dados
> mean(dados) # calcula a média
> median(dados) # calcula a mediana
Comandos:
> dados <- c(9.988,9.973,9.986,9.980,9.975,9.982,9.986,9.982,9.981,9.990,9.980,9.989,9.978,9.971,9.982,9.983,9.988,9.975,9.980,9.994,9.992,9.984,9.981,9.987,9.978,9.983,9.982,9.991,9.981,9.969,9.985,9.977,9.976,9.983,9.976,9.990,9.988,9.971,9.986,9.978,9.986,9.982,9.977,9.977,9.986,9.978,9.983,9.980,9.984,9.979)
> mean(dados) # calcula a media
> median(dados) # calcula a mediana
> sd(dados) # calcula o desvio padrao
> maximo <- max(dados) # identifica maior valor
> maximo # mostra o resultado
> minimo <- min(dados) # identifica menor valor
> minimo # mostra o resultado
> faixa <- (maximo - minimo) # equacacao para calcular
> faixa # mostra o resultado
outros comando também podem ser utilizados:
> summary(dados) # mostra min, mediana, media e max
> range(dados) # mostra max e min
> length(dados) # tamanho da amostra
Ainda com relação aos dados da Tabela 6-2, podemos criar um histograma com os dados:
> hist(dados)
> hist(dados, col = "green", border = "blue") # histograma colorido
Referências:
SKOOG, WEST, HOLLER, CROUCH. Fundamentos de Química Analítica. 8ed. 2006.
Comandos:
> dados <- c(19.4,19.5,19.6,19.8,20.1,20.3) # cria o conjunto de dados
> mean(dados) # calcula a média
> median(dados) # calcula a mediana
Comandos:
> dados <- c(9.988,9.973,9.986,9.980,9.975,9.982,9.986,9.982,9.981,9.990,9.980,9.989,9.978,9.971,9.982,9.983,9.988,9.975,9.980,9.994,9.992,9.984,9.981,9.987,9.978,9.983,9.982,9.991,9.981,9.969,9.985,9.977,9.976,9.983,9.976,9.990,9.988,9.971,9.986,9.978,9.986,9.982,9.977,9.977,9.986,9.978,9.983,9.980,9.984,9.979)
> mean(dados) # calcula a media
> median(dados) # calcula a mediana
> sd(dados) # calcula o desvio padrao
> maximo <- max(dados) # identifica maior valor
> maximo # mostra o resultado
> minimo <- min(dados) # identifica menor valor
> minimo # mostra o resultado
> faixa <- (maximo - minimo) # equacacao para calcular
> faixa # mostra o resultado
outros comando também podem ser utilizados:
> summary(dados) # mostra min, mediana, media e max
> range(dados) # mostra max e min
> length(dados) # tamanho da amostra
Ainda com relação aos dados da Tabela 6-2, podemos criar um histograma com os dados:
> hist(dados)
> hist(dados, col = "green", border = "blue") # histograma colorido
Referências:
SKOOG, WEST, HOLLER, CROUCH. Fundamentos de Química Analítica. 8ed. 2006.
04/08/2016
Diagrama de Causa e Efeito
Também conhecido como Diagrama de Ishikawa ou diagrama (gráfico) espinha de peixe. Como o próprio nome diz, ele é um infográfico que listas as causas ou possíveis causas para um dado efeito, representando as relações por meio de setas. O formato fica similar a uma espinha de peixe, daí vem o apelido espinha de peixe (fishbone diagram); talvez tenha essa forma por ter sido criado por um japonês, Kaoru Ishikawa, que era engenheiro químico que trabalhou e desenvolveu ferramentas relacionadas ao controle de qualidade.
A finalidade desse diagrama é organizar o raciocínio sobre informações que podem estar relacionada a um determinado efeito, seja ele positivo ou problemático. Esse gráfico é muito comum nas áreas industriais e seu uso abrange normalmente as metodologias de Garantia e Controle de Qualidade.
Tendo em mente as informações que se deseja abordar, o diagrama pode ser montado. Por exemplo, desejamos montar um diagrama de causa e efeito para um café que tomamos diariamente em nosso local de trabalho. Depois de um Brainstorming (como já dizia um professor da graduação: "toró de palpites" ou chuva de ideias), já sabemos o queremos no gráfico, nessa hora que o R entra, pois sua versatilidade é possível construir o diagrama de maneira fácil e em formato bem apresentável.
Há varias maneiras de fazer o gráfico, aqui apresentarei uma utilizando o pacote qcc e outra pelo pacote SixSigma.
Utilizando o pacote qcc, temos o seguinte comando geral:
# Instale e/ou carregue o package qcc
> cause.and.effect(cause = list(Causa1=c("A","B", "C"), Causa2=c("A","B","C"), Causa3=c("A","B","C")), effect = "Efeito", title = "Titulo")
O script abaixo foi feito para o nosso exemplo do café.
Pelo pacote SixSigma também é possível fazer o gráfico, o resultado visual fica um pouco diferente e o código é um pouco mais complicado, embora a lógica seja a mesma.
Criando boas apresentações
Mesmo sabendo que software utilizar para montar uma apresentação, e tendo conhecimento e domínio sobre o assunto a ser tratado, devemos tomar alguns cuidado para não cometermos erros básicos e que podem passar desapercebidos. Abaixo estão algumas dicas básicas que deve ser levadas em conta para boa harmonia de uma apresentação.
Fonte: Prof. Jiani Cardoso. (material encontrado na internet).
02/08/2016
Redação científica
Redação Científica - A prática de fichamentos, resumos e resenhas. É um bom livro, e escrito em português, sobre escrita científica. Lendo apenas o primeiro capítulo já foi possível tirar melhor proveito de meus estudos e passá-los para o papel na forma de resumos para a revisão bibliográfica, assunto esse que o autor trata bem mais adiante no livro. Acredito que possa ser de grande ajuda no processo da escrita e na melhoria contínua de nossos textos.
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