Escrever não é uma tarefa fácil, disso acho que todos temos certeza. Principalmente depois da qualificação surgem muitas ideias e correções para ser fazer no projeto. No meu caso há mudanças radicais, a ponto de cortar uma parte e reescrever a revisão de literatura e refazer tudo praticamente. Talvez esse seja o preço de escrever o trabalho as pressas e de não organizar as ideias.
Antes até estava organizando as ideias em papel, tinha um monte de folhas onde fazia anotações aleatórias. Mas na hora de escrever o texto não era pratico, parecia que não tinha nada, pois estava desorganizados. Então comecei a procurar softwares para criar mapas mentais (mapas/esquemas de ideias) para organizar as ideias e já tentar colocá-las na ordem e formato de texto. Encontrei o Docear (antigo SciPlore) que foi desenvolvido com base no freemind dando enfoque para a parte acadêmica.
O Docear é gratuito e open source, disponível para Linux, Windows e Mac OS. Veja o vídeo abaixo que mostra um pouco sobre ele, para ter mais informações e fazer o download do software basta visitar a página do projeto.
Para colocar fonte Times New Romam no documento Latex, usando o pacote abntex2, para usar os comando abaixo no lugar do pacote lmodern. Depois de substituir basta compilar o arquivo.
\usepackage{mathptmx} % Fonte times new romam no texto
\renewcommand{\ABNTEXchapterfont}{\rmfamily\bfseries} % Fonte times new romam em negrito nos itens
Hoje venho dar uma dica de sistema operacional: o Deepin OS. É um sistema feito com base em linux ubuntu. Possui uma interface muito boa e amigável, além de ter todas a características do linux, como ser gratuito e open source, não precisar de anti-vírus e ser leve.
Estou rodando em um note HP Pavilion DV4 com 4 gb de memória e processador Amd Turion X2, é um note antigo já, lembro que o comprei em 2009 e o sistema que veio era o (r)windows vista. Ainda continuo com o Win7 no meu computador de mesa, pois infelizmente ainda dependo dele para alguns softwares que não rodam bem em maquina virtual.
Sugiro que procurem no youtube o review desse sistema operacional, tenho acompanho o canal Diolinux que foi onde conhece essa distro, e falou muito bem. Abaixo segue o site oficial do Deepin em inglês, pois o sistema tá sendo desenvolvido por chineses, logo o site original é em chinês.
O COCO é um software de simulação de processos químicos, principalmente os que envolvem a área da Engenharia Química, como por exemplo: reatores, trocadores de calor e colunas. Pode-se dizer que seu uso é direcionado para estudantes e para ensino sobre como desenhar e simular processos industriais, pois ele é um software básico quando comparado aos pacotes disponíveis no mercado. Para aprendizado acaba gerando resultados considerados satisfatórios.
É um software de simulação com parte gráfica e com ferramentas para adição de operações unitárias e pacotes termodinâmicos que estão envolvidos com o processo a ser estudado. Suas principais características são: ser gratuito, leve e ser compatível com arquivos CAPE-OPEN, que são arquivos escritos de uma forma a rodar em todas plataformas/suítes de simuladores que aceitem o protocolo CAPE-OPEN.
Para o download e mais informações basta acessar a página do projeto, lá é possível encontrar exemplos e pacotes para o software.
Para fazer esses teste de comparação, utilizaremos o seguinte exemplo que foi retirado do SKOOG.
Cinco analistas obtiveram os resultados (mmol de Ca), mostrados na tabela que se segue, para determinação de cálcio por um método volumétrico. As médias diferem significativamente em um nível de confiança de 95%?
Para saber se as médias diferem precisamos fazer a Análise de Variância (ANOVA). Pois temos que a hipótese nula H0 assume a forma:
H0 = μ1 = μ2 = μ3 = ... = μj
A hipótese alternativa Ha é que pelo menos dois dos μj são diferentes.
> dados <- data.frame(analista1, analista2, analista3, analista4, analista5) # cria conjunto de dados
> dat <- stack(dados) # cria vector no formato pilha
> anova = aov(dat$values~dat$ind) # faz a anova
> summary(anova) # chama o resultado da anova
Df Sum Sq Mean Sq F value Pr(>F)
dat$ind 4 33.80 8.451 20.68 7.97e-05 ***
Residuals 10 4.09 0.409
---
Signif. codes: 0 ‘***’ 0.001 ‘**’ 0.01 ‘*’ 0.05 ‘.’ 0.1 ‘ ’ 1
Como o resultado assim nos mostra, temos que o valor de F é igual a 20,68. Agora precisamos saber valor de F crítico (tabelado). > qf(0.95, df1 = 4, df2 = 10) # f critico
Como resultado, o valor crítico de >F em um nível de confiança de 95% para 4 e 10 graus de liberdade é 3,48.
Uma vez que F é maior que 3,48, rejeitamos H0 em um nível de confiança de 95% e concluímos que existe diferença significativa entre os analistas.Lembrando que se F > Fcrítico rejeitamos H0 e passamos a aceitar a hipótese alternativa Ha, e se F < Fcrítico não podemos rejeitar H0.
Mas e agora, quem difere de quem? Para isso precisamos realizar a comparação entre as médias, pra isso realizaremos o Teste de Tukey.
Pelo resultado do Teste de Tukey temos a comparação entre os analistas onde temos a diferença entre as médias e o valor de p. Para os valor de p < α podemos afirmar que as médias diferem ao nível de significância de 5% (α = 0,05). Quando p > α não é possível afirmar que as médias diferem.
O mesmo resultado pode ser expresso pelo gráfico do teste.
> plot(tk_teste)
Por fim podemos fazer um boxplot para representar melhor os dados
Segue mais um vídeo do Gilson Volpato, onde ele comenta sobre citações. Utilizar a citações de maneira adequada é muito importante, pois garante a credibilidade do seu trabalho e mostra o embasamento de onde você construiu seu conhecimento.
O Inkscape é poderosa e livre ferramenta de desenho. Se você é um ilustrador, desenhista, web designer ou apenas alguém que precisa criar algumas imagens vetoriais, então o Inkscape é para você!
Mesmo sendo um programa de desenho vetorial, é bem simples e fácil de mexer, dá pra fazer bastante coisa de maneira intuitiva. Embora seja um software artístico, pode ajudar-nos bastante na área acadêmica. Com ele é possível desenhar fluxogramas, esquemas, infográficos e muito mais; e o melhor disso que em boa qualidade, garantindo que quando exportar e inserir no seu trabalho não vai desformatar ou ficar com resolução ruim.
Para baixar e instalar, basta acessar a página oficial do Inkscape. Lá é possível uma amostra do que o software é capaz e tutoriais ensinando como usá-lo.
Normalmente é um título ou uma frase que, colocada no início de um livro, um capítulo, um poema etc., serve de tema ao assunto ou para resumir o sentido ou situar a motivação da obra.
Nos textos acadêmicos (monografia, dissertação ou tese) a epígrafe é um elemento pré textual opcional, e é apresentada em uma página exclusiva para ela. Alguns autores nem fazem uso deste elemento, por causa de ser opcional, mas se for adicioná-lo no seu texto, use-o a seu favor.
Mesmo sendo algo mais pessoal e de total liberdade de expressão, use uma epígrafe que valorize ou engrandeça o seu trabalho, ou pelo menos relacione de alguma forma com seu trabalho. Por exemplo, um físico citar uma música do É o Tchan na epígrafe não tem sentido, já uma frase do Einstein seria mais condizente. Já para alguém que estuda artes, faz sentido usar trecho de música na epígrafe.
Com relação a forma que é apresentada é bem simples, embora cada autor faz de um jeito diferente mas sem desobedecer a norma da ABNT. Recomenda-se que a formatação da página da epígrafe seja feita sem o título no topo e o texto no final da folha com fonte tamanho 12, recuo de 7,5 cm , espaço de 1,5 entre linhas e justificado. O texto deve vir entre aspas, alguns autores até utilizam em itálico, já o nome do autor deve vir alinhado à direita e entre parênteses.
Observe no caso abaixo, um exemplo de epígrafe bem apresentada e formatada de maneira adequada, só que ao invés de negrito, o nomes deveriam estar entre parênteses. Note que o autor utilizou de duas frases na epígrafe, a norma ABNT não limita isso, fica a critério do autor. Entretanto o tema do trabalho estava relacionado a fungos e biodiesel, o que acabou deixando a epígrafe como algo avulso e sem importância, não deixando transparecer a motivação do autor e do trabalho.
Para colocar título nos eixo de um gráfico, basta usar o argumento abaixo dentro do comando plot:
> plot(x, y, xlab = "texto", ylab = "texto")
Esse argumento xlab e ylab refere-se ao título (labels) dos eixos. Que normalmente colocamos ao que corresponde o eixo e a unidade.
Quando utiliza-se apenas letras no título do eixo é simples, basta apenas digitar. Mas quando é necessário representar símbolos de unidades, como por exemplo graus Celsius ou gramas por litro, deve-se utilizar xlab = expression(). Veja no exemplo abaixo: